4 Meses depois…
Sim há luz verde e estamos em vésperas de “brake ground”!
Desde Novembro, finda a aprovação, pedido de emissão de taxas e submissão de toda a documentação de Dir. Técnico, Fiscalização, Declaração de empreiteiro e respectivos seguros resp. Civil e Acidentes de Trabalho, e a emissão da autorização passaram 5(!) meses. Isto na era da informática e no “Simplex”.
Há agora um sentimento misto de alívio apreensão e ansiedade geral…
Foram muitas as pedras a ultrapassar para chegar aqui e aquando chegados está mais uma vez todo o mundo “on-fire”.
Falta mão de Obra, Guerras, Fiscalidade caótica… é que “can’t catch a break”.
Para a frente é que é caminho. – E que caminho…
Ora a senda de procura de empreiteiro “geral” (necessário para obteres a “Placa”) necessário de registo na Exma. Câmara Municipal – Esqueçam… Dado o projecto que quero completar, arranjar alguém a quem dissesse, está aqui o projecto completo, modelo 3D integral, especialidades compatibilizadas com todas as passagens de utilidades, ventilação, electricidade, pluviais, saneamento, hidráulica, etc. estão interessados e a que custo? É para esquecer!
Dou-vos a conhecer a ARQTECO. – A minha empresa! Isto vai dar outro post… “criar uma empresa de construção”
Explicando muito sinteticamente. “Emprestar Alvará” é ilegal. “Alugar Alvará”, diria ainda pior!
Ora como não gosto de ter ra*** presos e acho que é tudo muito bonito até a burra estar nas couves ou alguém se aleijar, não concordando com muitas coisas tento cumprir os mínimos sem dependências e optei por eu próprio entrar no mercado como constructor habilitado. – Serve como propósito para um futuro em que me revejo a ajudar na mudança do paradigma na Selva que é a construção em Portugal.
Portanto a senda de um licenciamento é esta. – Mais capítulos irão existir mais para o final mas para já é esta.
À audiência que pretenda construir. Nem sempre tem de se passar por este calvário mas o que têm de contar com muita certeza é os custos. Directos e indirectos de todo o processo. – A minha opção de criar uma empresa que servirá para a construção dentro da legalidade do que será a minha casa é uma decisão racional com perspectiva de futuro, de “teimosia” e de mostrar preto no branco sem rodeios de como funcionam as coisas “por trás da cortina”.
Daqui para a frente vou publicar mais assiduamente com mais e menos detalhes o processo de construção. – As soluções que por aqui vão ser apresentadas não significam que sejam aplicáveis a toda e qualquer obra. Tentarei justificar as escolhas quanto possível.
De notar também que não estou sozinho. Tenho o Grande amigo a dar-me na cabeça sempre que viajo na maionese e mais umas quantas pessoas que sem elas seria (ainda mais) dificil! – A eles um bem-haja!
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